segunda-feira, 18 de maio de 2009

Criando senhas fortes.

Olá novamente, amigos leitores.
Estou dando seguimento a uma série de artigos sobre informática aqui no meu blog, apesar de contas eu milito na área de TI e não acho justo não transmitir a vocês os conhecimentos adquiridos ao longo do tempo. Neste post eu quero falar com todos vocês sobre a necessidade, e de como criar as chamadas "senhas fortes" além de conversar spbre a necessidade de termos certas atitudes quando se trata de proteger a integridade dos nossos dados.

O que fazemos comumente quando temos que criar um email pessoal, fazer aquele cadastro no banco, acessar a nossa página pessoal no Orkut entre outras redes sociais e sites que pedem um "username" e senha? A preguiça manda que digitemos coisas do tipo abc123, ABC123, AbC123, 123456, data de nascimento, data do casamento, nossas iniciais ou até mesmo o próprio nome (marciobergami) entre outras lembranças. Acontece que tais senhas são facilmente "quebráveis" através de simplórios programas que irão fazer um pequeno cálculo matemático e gerar variadas combinações de letras e números, ou até mesmo através de uma simples "engenharia social", que vem a ser o ato de descobrir coisas de ordem pessoal de alguém e daí, gerar variadas combinações até descobrir a senha do usuário. Essa engenharia social pode ser até o simples ato de passar próximo ao computador do usuário, pois ele possui todas as suas senhas pessoais escritas em pequenos post-its (lembretes de papel coláveis) grudados no seu monitor de vídeo, no gabinete do PC, no teclado entre outros lugares. Eu sei que vocês irão dizer que são muitas senhas para variados atos sociais e profissionais, mas por enquanto não utiliza-se como lugar comum a biometria (leitura de impressão digital ou da íris) para o reconhecimento e autenticação da pessoa numa rede ou serviço de computadores. Portanto, devemos aprender então as boas práticas na geração e arquivamento de senhas pessoais a fim de não nos tornarmos tão vulneráveis a invasões por quem quer que seja.

O que torna uma senha forte é uma sequência de caracteres aleatórios, além de outros critérios tais como: possuírem 8 caracteres ou mais, sendo o ideal segundo alguns autores a presença de no mínimo 14 caracteres. Atentamos aqui para a liberdade de fazer uso da barra de espaço por alguns sistemas, o que permite ao usuário criar frases secretas como alternativa a senhas alfanuméricas (caracteres e números), sendo também mais fortes de serem memorizados. Um exemplo de tal afirmativa seria algo como "domingo eu vou ao maracanã", onde temos palavras separadas por espaço, e que formam uma frase inteligível pra nós e de fácil memorização. E se aqui combinarmos letras maiúsculas (caixa alta) com minúsculas (caixa baixa), números e símbolos (caracteres especiais)? Aí a senha ficaria o "supra-sumo" da segurança, algo como "D0m1ng0 eU V0u @O mAr@C@nA". Fizemos uso de letras maiúsculas, minúsculas, numerais e caracteres especiais, além de ser uma frase secreta de fácil memorização. Interessante, não acham...

Ressaltamos também que uma simples senha alfanumérica aleatória mas que seja longa, será mais forte que uma senha curta, mesmo que faça uso de qualquer caractere do teclado. Recapitulando, senhas ideais são aquelas longas, do tipo alfanumérica, alternando entre caixa alta e baixa, além de possírem caracteres especiais. Mas aí, peguntam vocês, a senha fica mais difícil de memorizar e eu disse que não devemos anotá-las. Uma inverdade essa afirmação, eu não disse que não devemos anotá-la mas sim, anotá-la e guardá-la num lugar seguro e não grudadas no monitor de vídeo, entre outros lugares expostos. É só guardá-la em segurança para momentos de esquecimento que ela continuará sendo segura, apesar de existirem programas gerenciadores de senha ou até mesmo o arquivamento num servidor na internet. Mas afirmamos que esta não é a melhor solução, guardá-la num meio físico "real" é muito mais seguro do que num meio físico "virtual".

Podemos criar uma senha forte através de frases secretas mas de uma maneira um pouquinho diferente, ela seria por exemplo a combinação das inicias da frase secreta (pass phrase). Um exemplo disso seria algo como: "Domingo eu vou ao Maracanã torcer pelo time que sou fã". Vamos anotar agora as iniciais de cada palavra: D E V A M T P T Q S F. Agora, vamos substituir alguns caracteres por caixa baixa, numerais e símbolos. Ficaria algo como: "D £ v @ 3 # p & Q 5 F". Juntando, temos: D£v@3#p&Q5F. Portanto, fizemos correspondência dos caracteres iniciais de nossa frase secreta com letras, números e símbolos, além de não deixar a nossa senha ficar muito curta. No site da Microsoft, temos um link de uma página que verifica a intensidade de segurança de uma senha. Testando a nossa, ela foi reportada como forte. Isso porque a mesma está com 11 caracteres, se a tornarmos com pelo menos 14 caracteres ela será reportada como uma senha do tipo "melhor", ou seja, bastante forte. Segue o link citado para que vocês mesmos testem as senhas criadas, e as implementem da maneira mais segura possível. www.microsoft.com/brasil/athome/security/privacy/password_checker.mspx

O que aprendemos até aqui? Que existem estratégias a seguir para gerar senhas bastante seguras e outras as quais devemos evitar a todo custo. E quais as que devem ser evitadas? Sequências ou caracteres repetidos, fazer uso de símbolos que repesentem com facilidade algum caractere (aquele exemplo que eu dei de a por @, por exemplo, é algo muito comum e fácil de lembrar mas não deixa de ser bastante seguro), devemos evitar o nome de login entre outras informações pessoais, não devemos fazer uso de palavras tiradas de dicionários ou escritas de trás para frente, ou até mesmo grafadas incorretamente mas com erros que são de lugar comum, ou seja, bastante previsíveis. Também devemos fazer uso de várias senhas e não uma única para todos os locais e serviços por nós acessados, se tal senha for descoberta toda uma gama de serviços dos quais fazemos uso estará comprometida. Também lembramos para que vocês tenham as suas senhas e/ou palavras secretas escritas em papéis, e não armazenadas de maneira eletrônica. Se alguém descobrir tal lugar de arquivamento, poderá ter acesso a todas as suas senhas. Deixem o bom e velho "papiro" ser o seu fiel guardião de senhas e frases secretas, contanto que ele esteja guardado em um lugar seguro e sabido por você somente. Ah... acho que nem preciso falar que espaços em branco não valem, correto? Nada, por exemplo, de instalar o Windows e deixar a senha de Administrador que dá acesso a todo o sistema operacional em branco, isso é uma grande mancada e tremenda falta de segurança.

Com o uso maçiço de computadores portáteis (notebooks e laptops) devemos atentar mais ainda para a segurança de nossos dados, devendo se possível configurar até uma senha de Setup para poder fazer a carga do sistema operacional do disco rígido. Imagine se somos roubados, ou até mesmo perdemos o nosso portátil e ele venha a cair nas mãos de pessoas inescrupulosas... daí adeus informações seguras se o Windows entra automaticamente quando ligamos o equipamento. É melhor prevenir do que remediar, não acham? Melhor pecar por excesso do que por negligência, dados atualmente são ativos valiosíssimos que podem fazer com que um cliente saiba tudo sobre a concorrência, se a ele tiverem acesso.

Abraços e até o próximo post, e não esqueçam... é momento para refletir!

sábado, 16 de maio de 2009

Por que Windows 7?


Em 14 de outubro de 2008, no Windows Team Blog (blog do time de desenvolvedores de programas da Microsoft-windowsteamblog.com/blogs/windowsvista/archive/2008/10/14/why-7.aspx), Mike Nash publicou qual seria o nome do novo sistema operacional da Microsoft que estava por vir. Disse ele ter declarado no dia anterior (13 de outubro de 2008) que o novo Windows se chamaria "Windows 7". Que este nome não possuía conotação cabalística nenhuma (segundo teorizavam alguns), que tudo tinha a ver com a linha de tempo dos SOs da Microsoft.

Vejamos: a primeira versão lançada do Windows foi o Windows 1.0, a segunda versão foi o Windows 2.0, a terceira foi o Windows 3.0.

Daqui em diante, segundo o próprio Mike Nash, é que as coisas começam a complicar nessa tão simples linha do tempo. Segundo ele, o Windows NT foi rotulado como a versão de número 3.1 (portanto, não contou como a quarta). Então veio o Windows 95, que foi codificado como Windows 4.0 (basta você teclar em Iniciar > Executar > digitar cmd, teclar em OK e, de dentro da tela de ambiente de texto que se abre, digitar o comando ver após o prompt de comando e teclar Enter, que então será mostrado na tela o código da versão do Windows instalado na máquina do leitor).

Depois do Windows 95, vieram o Windows 98, 98 SE e o "odiado" Windows Millennium, todos codificados como as versões 4.0.1998, 4.0.2222, 4.90.3000 (portanto, todas as versões 9x ainda são o Windows 4).

O Windows 2000 (uma grande nova revolução nos SOs da Microsoft, pois era um Windows bem leve e com suporte a variadas implementações as mais modernas) foi codificado como 5.0 (Windows 5), o Windows XP foi a versão 5.1 (ainda Windows 5) por conta, segundo a Microsoft, da ampla compatibilidade com as APIs da versão 2000 do Windows.

Chegamos portanto agora no famigerado (e odiado por alguns) Windows Vista, cuja versão foi chamada de 6.0 (Windows 6). Portanto, senhores leitores, acharam que seria lógico chamar a nova versão do Windows de Windows 7 por ser esta uma versão não de atualização mas sim, um significativo lançamento dentro da série de sistemas operacionais da Microsoft. O único porém, contudo, entretanto, todavia e entrementes é que, se você tiver instalado em sua máquina a versão de avaliação ou até mesmo a atual RC (release candidate, ou versão candidata ao lançamento) do Windows 7 e fizer como ensinei, ou seja, tentar no prompt de comando do antigo DOS (tela de texto) visualizar o número da versão do 7 você verá o número número 6.1 e não o esperado 7.0. Segundo a Microsoft, tal fato deve-se à compatibilização com as APIs do Windows Vista, que é a versão de número 6. Parece que tiveram problemas ocasionados pela atualização da versão de 5 para 6, quando do lançamento do Windows Vista, Esta simples troca do número de versão ocasionou várias incompatibilidades entre aplicativos com o novo sistema operacional da Microsoft. Estão tentando não errar novamente quando do lançamento do Windows 7, previsto para outubro de 2009.

Não esqueçamos que o Windows 7 não é visto pela Microsoft como uma simples "atualização" do Vista. O novo SO é todo um esforço maior de melhorar o design gráfico, a engenharia e a inovação do mesmo. O motivo do código da versão ser o número 6 é somente fazer com que os aplicativos sejam facilmente compatíveis com o novo SO.


Portanto, que venha o novo e tão esperado Windows 7 então!!!

Até o nosso próximo post, amigos leitores. ;-)

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Windows 7, primeiras (e boas) impressões.

Fiz a instalação nesta semana do Windows 7 em um dos meus computadores de trabalho (produção), um notebook Itautec N8620, um equipamento simplório na aparência mas com uma configuração acima da média. Ele é Intel Centrino, processador Intel Core2 Duo T-5500, 160 GB de HD, 2 GB RAM DDR-2 Super Talent, tela de 15,4'' widescreen, wireless Intel a/b/g, leitor de cartão de memória, Firewire, 5 conexões USB, e-SATA, saída S-Vídeo, 1 slot para expansões do tipo Express Card, webcam de 1,3 Megapixels, microfones e alto-falantes embutido como já é de lugar comum nos atuais notebooks e laptops.

Gostaria de compartilhar com todos vocês as minhas impressões iniciais sobre este novo e tão aguardado sistema operacional da Microsoft depois da baixa aceitação do Windows Vista. Eu particularmente, acho o Vista muito bom de trabalhar e bem resolvido em termos de design gráfico além de possuir ferramentas muito interessantes que aumentam a produtividade do usuário (a indecação de tudo o que se encontra num Windows Vista é algo muito legal e precioso, basta começar a digitar o nome do aplicativo ou arquivo que o Windows já vai respondendo com a provável localização do mesmo), entre outras maravilhas de tecnologia de S.O. Os drivers, atualmente, não são mais nenhuma empecilho ao usuário do Vista, tudo funciona e funciona muito bem. Mas e quanto ao Windows 7?

O Windows 7 é um Vista muito melhor resolvido, por incrível que pareça. Tem tudo de bom do Vista, só que com um tempero muito mais picante. Estou achando excelente toda a usabilidade do S.O., todos os dispositivos físicos do meu notebook funcionaram sem nenhum problema com os drivers originais WDM da Microsoft. Apesar disso, eu peguei no site da Itautec todos os drivers para o Vista e fiz a instalação no Windows 7, sendo que o driver da webcam do meu equipamento possui um bug que só é resolvido com a instalação de um driver para Windows 2000. E qual não foi a minha surpresa? Instalou e funcionou perfeitamente sem nenhum problema, sem lerdeza e nem travamentos. Depois disso tudo feito, instalei alguns aplicativos básicos que tornassem o meu micro mais "funcional" (Linux!!!! rs), ou seja: live messenger (MSN), foxit reader (PDF), skype (VOIP), visualizadores do Word, Excel e Powerpoint, atualizações de segurança e o navegador Firefox para navegar na internet com mais recursos através da instalação dos Complementos, é claro.

Até agora, as impressões são as melhores possíveis. O notebook está trabalhando como se estivesse com o Windows XP, apesar de que eu não tenho nada a reclamar do Vista neste equipamento (deu algumas poucas "telas azuis" desde que foi por mim adquirido, em janeiro deste ano de 2009). Mas no caso do Windows 7, nenhum sinal de instabilidade. Nenhuma bendita tela azul, alguns poucos travamentos no Firefox somente-será que ele dá "pau" propositalmente pra fazer com que venamos a utilizar somente o Internet Explorer 8? É, coisas de Microsoft... quem saberá responder.

Portanto, até o momento encontro-me por demais satisfeito com o Windows 7. Espero postar mais outros artigos de análise durante o período de avaliação (Junho de 2010), de resto todo o design gráfico dele é muito bem resolvido. As telas do Desktop (área de trabalho) vão mudando aleatoriamente num tipo de "slideshow", a barra de tarefas é diferenciada do que se conhece até hoje nos sistemas operacionais da Microsoft, entre outras coisas mais.
Até um próximo post, amigos leitores. ;-)

sábado, 9 de maio de 2009

Ser Vasco é...

Verdadeiramente, não sei o porquê de tantas homenagens ao Vasco da Gama no início e durante a transmissão do início do Campeonato Brasileiro da Série B na data de hoje, mas só sei que foi muito emocionante e que eles conseguiram fazer os vascaínos verterem água do canto dos olhos. Arthur da Távola escrevendo, o ator Marcos Palmeira q estava não a ler, mas a interpretar o texto... tudo de bom!!!


Ser Vasco verdadeiramente é tudo o que foi dito no vídeo, durante a transmissão do jogo pela televisão e através das imagens da torcida que compareceram a São Januário pra incentivar o time. É paixão, emoção, orgulho de ser torcedor e brasileiro. Ser Vasco é ter história, respeitar as massas, os negros, os cafusos e mamelucos... Ser Vasco é ser patriota, nacionalista, pessoa íntegra e desportista de coração.

Ser Vasco é... o sentimento não para! Este, não pode e nem irá parar. Porque este sentimento é como a cruz de malta, é feito de emoção, paixão, sangue, vida...

Vejam portanto o vídeo e tirem vocês mesmos as suas conclusões, porque este aqui quem vos fala é bastante suspeito pra declarar tantas coisas boas do Club de Regatas Vasco da Gama (afinal, sou neto de português não é). ;-)