sábado, 16 de maio de 2009

Por que Windows 7?


Em 14 de outubro de 2008, no Windows Team Blog (blog do time de desenvolvedores de programas da Microsoft-windowsteamblog.com/blogs/windowsvista/archive/2008/10/14/why-7.aspx), Mike Nash publicou qual seria o nome do novo sistema operacional da Microsoft que estava por vir. Disse ele ter declarado no dia anterior (13 de outubro de 2008) que o novo Windows se chamaria "Windows 7". Que este nome não possuía conotação cabalística nenhuma (segundo teorizavam alguns), que tudo tinha a ver com a linha de tempo dos SOs da Microsoft.

Vejamos: a primeira versão lançada do Windows foi o Windows 1.0, a segunda versão foi o Windows 2.0, a terceira foi o Windows 3.0.

Daqui em diante, segundo o próprio Mike Nash, é que as coisas começam a complicar nessa tão simples linha do tempo. Segundo ele, o Windows NT foi rotulado como a versão de número 3.1 (portanto, não contou como a quarta). Então veio o Windows 95, que foi codificado como Windows 4.0 (basta você teclar em Iniciar > Executar > digitar cmd, teclar em OK e, de dentro da tela de ambiente de texto que se abre, digitar o comando ver após o prompt de comando e teclar Enter, que então será mostrado na tela o código da versão do Windows instalado na máquina do leitor).

Depois do Windows 95, vieram o Windows 98, 98 SE e o "odiado" Windows Millennium, todos codificados como as versões 4.0.1998, 4.0.2222, 4.90.3000 (portanto, todas as versões 9x ainda são o Windows 4).

O Windows 2000 (uma grande nova revolução nos SOs da Microsoft, pois era um Windows bem leve e com suporte a variadas implementações as mais modernas) foi codificado como 5.0 (Windows 5), o Windows XP foi a versão 5.1 (ainda Windows 5) por conta, segundo a Microsoft, da ampla compatibilidade com as APIs da versão 2000 do Windows.

Chegamos portanto agora no famigerado (e odiado por alguns) Windows Vista, cuja versão foi chamada de 6.0 (Windows 6). Portanto, senhores leitores, acharam que seria lógico chamar a nova versão do Windows de Windows 7 por ser esta uma versão não de atualização mas sim, um significativo lançamento dentro da série de sistemas operacionais da Microsoft. O único porém, contudo, entretanto, todavia e entrementes é que, se você tiver instalado em sua máquina a versão de avaliação ou até mesmo a atual RC (release candidate, ou versão candidata ao lançamento) do Windows 7 e fizer como ensinei, ou seja, tentar no prompt de comando do antigo DOS (tela de texto) visualizar o número da versão do 7 você verá o número número 6.1 e não o esperado 7.0. Segundo a Microsoft, tal fato deve-se à compatibilização com as APIs do Windows Vista, que é a versão de número 6. Parece que tiveram problemas ocasionados pela atualização da versão de 5 para 6, quando do lançamento do Windows Vista, Esta simples troca do número de versão ocasionou várias incompatibilidades entre aplicativos com o novo sistema operacional da Microsoft. Estão tentando não errar novamente quando do lançamento do Windows 7, previsto para outubro de 2009.

Não esqueçamos que o Windows 7 não é visto pela Microsoft como uma simples "atualização" do Vista. O novo SO é todo um esforço maior de melhorar o design gráfico, a engenharia e a inovação do mesmo. O motivo do código da versão ser o número 6 é somente fazer com que os aplicativos sejam facilmente compatíveis com o novo SO.


Portanto, que venha o novo e tão esperado Windows 7 então!!!

Até o nosso próximo post, amigos leitores. ;-)

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Windows 7, primeiras (e boas) impressões.

Fiz a instalação nesta semana do Windows 7 em um dos meus computadores de trabalho (produção), um notebook Itautec N8620, um equipamento simplório na aparência mas com uma configuração acima da média. Ele é Intel Centrino, processador Intel Core2 Duo T-5500, 160 GB de HD, 2 GB RAM DDR-2 Super Talent, tela de 15,4'' widescreen, wireless Intel a/b/g, leitor de cartão de memória, Firewire, 5 conexões USB, e-SATA, saída S-Vídeo, 1 slot para expansões do tipo Express Card, webcam de 1,3 Megapixels, microfones e alto-falantes embutido como já é de lugar comum nos atuais notebooks e laptops.

Gostaria de compartilhar com todos vocês as minhas impressões iniciais sobre este novo e tão aguardado sistema operacional da Microsoft depois da baixa aceitação do Windows Vista. Eu particularmente, acho o Vista muito bom de trabalhar e bem resolvido em termos de design gráfico além de possuir ferramentas muito interessantes que aumentam a produtividade do usuário (a indecação de tudo o que se encontra num Windows Vista é algo muito legal e precioso, basta começar a digitar o nome do aplicativo ou arquivo que o Windows já vai respondendo com a provável localização do mesmo), entre outras maravilhas de tecnologia de S.O. Os drivers, atualmente, não são mais nenhuma empecilho ao usuário do Vista, tudo funciona e funciona muito bem. Mas e quanto ao Windows 7?

O Windows 7 é um Vista muito melhor resolvido, por incrível que pareça. Tem tudo de bom do Vista, só que com um tempero muito mais picante. Estou achando excelente toda a usabilidade do S.O., todos os dispositivos físicos do meu notebook funcionaram sem nenhum problema com os drivers originais WDM da Microsoft. Apesar disso, eu peguei no site da Itautec todos os drivers para o Vista e fiz a instalação no Windows 7, sendo que o driver da webcam do meu equipamento possui um bug que só é resolvido com a instalação de um driver para Windows 2000. E qual não foi a minha surpresa? Instalou e funcionou perfeitamente sem nenhum problema, sem lerdeza e nem travamentos. Depois disso tudo feito, instalei alguns aplicativos básicos que tornassem o meu micro mais "funcional" (Linux!!!! rs), ou seja: live messenger (MSN), foxit reader (PDF), skype (VOIP), visualizadores do Word, Excel e Powerpoint, atualizações de segurança e o navegador Firefox para navegar na internet com mais recursos através da instalação dos Complementos, é claro.

Até agora, as impressões são as melhores possíveis. O notebook está trabalhando como se estivesse com o Windows XP, apesar de que eu não tenho nada a reclamar do Vista neste equipamento (deu algumas poucas "telas azuis" desde que foi por mim adquirido, em janeiro deste ano de 2009). Mas no caso do Windows 7, nenhum sinal de instabilidade. Nenhuma bendita tela azul, alguns poucos travamentos no Firefox somente-será que ele dá "pau" propositalmente pra fazer com que venamos a utilizar somente o Internet Explorer 8? É, coisas de Microsoft... quem saberá responder.

Portanto, até o momento encontro-me por demais satisfeito com o Windows 7. Espero postar mais outros artigos de análise durante o período de avaliação (Junho de 2010), de resto todo o design gráfico dele é muito bem resolvido. As telas do Desktop (área de trabalho) vão mudando aleatoriamente num tipo de "slideshow", a barra de tarefas é diferenciada do que se conhece até hoje nos sistemas operacionais da Microsoft, entre outras coisas mais.
Até um próximo post, amigos leitores. ;-)

sábado, 9 de maio de 2009

Ser Vasco é...

Verdadeiramente, não sei o porquê de tantas homenagens ao Vasco da Gama no início e durante a transmissão do início do Campeonato Brasileiro da Série B na data de hoje, mas só sei que foi muito emocionante e que eles conseguiram fazer os vascaínos verterem água do canto dos olhos. Arthur da Távola escrevendo, o ator Marcos Palmeira q estava não a ler, mas a interpretar o texto... tudo de bom!!!


Ser Vasco verdadeiramente é tudo o que foi dito no vídeo, durante a transmissão do jogo pela televisão e através das imagens da torcida que compareceram a São Januário pra incentivar o time. É paixão, emoção, orgulho de ser torcedor e brasileiro. Ser Vasco é ter história, respeitar as massas, os negros, os cafusos e mamelucos... Ser Vasco é ser patriota, nacionalista, pessoa íntegra e desportista de coração.

Ser Vasco é... o sentimento não para! Este, não pode e nem irá parar. Porque este sentimento é como a cruz de malta, é feito de emoção, paixão, sangue, vida...

Vejam portanto o vídeo e tirem vocês mesmos as suas conclusões, porque este aqui quem vos fala é bastante suspeito pra declarar tantas coisas boas do Club de Regatas Vasco da Gama (afinal, sou neto de português não é). ;-)

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Entre a razão e o coração.

A vida é muito estranha, e quando nós menos esperamos ela nos revela grandes surpresas, agradáveis ou não. Hoje não vou falar de política, economia ou coisa que o valha. Meu desejo é falar das coisas do coração, coisas estas que muito me agradam por sua complexidade de atos e fatos. Todos nós seres humanos vivemos em busca da felicidade, e essa felicidade tem várias "faces" dependendo da pessoa. Cada um tem o seu ponto de vista, as suas imagens formadas sobre o que chamar de felicidade.

Eu chamo por felicidade a presença de uma "cara metade" ao meu lado, uma mulher amante, companheira, amiga, inteligente, sensível e fico aqui pensante sobre o preço que se deve -e possa -pagar por tal felicidade. Eu tive o prazer de conhecer alguém a quem considero a minha cara metade, minha verdadeira alma gêmea. Mas é estranho sentir e perceber que tal pessoa angelical e de presença desejável por toda uma vida esteja tão próxima mas, ao mesmo tempo, tão distante. São aqueles caprichos da vida, do destino, caprichos estes que nunca esperamos encontrar mas que nos vêem nos momentos mais inoportunos e sem avisar. É muito difícil saber que a felicidade está ao nosso alcance mas não podermos tomar parte dela, não podermos tomá-la por consorte e extravasar todos os desejos mais recônditos de nosso coração em uma louca e alegre explosão de felicidade.

Existem pessoas de todo o tipo, existem aqueles que são racionais e outros que são emocionais. Me coloco no campo dos emocionais, daqueles que falam não com a boca mas sim, com a voz do coração. Por mais que digam o contrário, que entre a razão e o coração deva imperar a razão, eu quem vos escrevo sou totalmente contrário a tal pensamento e meio vivendis. Sou emocional, falo com o coração, mas infelizmente me vejo forçado a agir como um adulto que pondera os seus atos pesando numa balança os racionais e os emocionais. Infelizmente, é o preço que se paga por ser adulto. Vivemos sempre com nossas vidas pesadas nessa balança do destino, pendendo ora para o lado da razão, ora para o lado do coração.

Cara metade, se você imaginasse o quanto a amo não desistirias tão facilmente de mim. Se verdadeiramente imaginasses o quanto a amo, voltar-te-ias pra balança do destino e pesarias a razão e o coração, vendo que o lado bom tende sempre a pesar-por menor que seja a diferença-mais que o lado ruim. E qual lado é o bom se não o lado inocente e sincero do coração? E qual não é o lado ruim, se não o lado impiedoso da razão aprisionante dos desejos e sentimentos? Tenderias portanto, por escolher e tomar para ti o lado do coração.

Pois é, senhores e senhoras, amigos e amigas leitores, digo-vos com toda a força da voz do MEU coração que, entre a razão e o coração, prestem mais atenção à voz do segundo. Tenho certeza de que nunca se arrependerão, que sentir-se-ão por demais deleitosos em viver suas vidas agindo pelo lado da fé, que é alimento do coração. Não sejam demais racionais para que não venham a destruir o brilho especial que a fé do coração coloca na face das pessoas.

Obrigado pelo seu precioso tempo e atenção, e até o próximo post. ;-)